domingo, 9 de março de 2014

COMUNISMO. PARA QUEM? (por Caio F. Rocha)

Por desconhecimento histórico ou conformismo com a própria ignorância, há quem defenda o comunismo como a redentora alternativa para edificação de uma sociedade humana justa e fraterna. Ora, aonde pretensamente os comunistas chegaram ao poder (Rússia bolchevique, China maoísta e Cuba guevarista), não se criaram sociedades justas e tampouco fraternas. Os expurgos stalinistas testemunham a tirania vermelhóide, que nada mais foi do que a tirania do proletariado sobre o proletariado. E, para tirar esta culpa de suas costas, os esquerdistas afirmam "deturparam o pensamento de Marx". CONTINUE LENDO
Mas o que me impressiona mesmo é a adesão de parte da elite intelectual do Brasil aos ditames marxistas. Usam da pobreza e da boa fé dos que consideram marginalizados como uma plataforma de obtenção de vantagens políticas e status, não é à toa que muitos deles recebem financiamento estatal para escreverem em blogs e sites. Em seus artigos, vociferam contra a economia de mercado e chamam de nazifascistas todos aqueles que vão contra suas linhas de pensamento débeis. Na boca deles, Jean Willys é Top of the World da nata da intelectualidade e Marilena Chauí, a personificação de Aristóteles.

Vamos aos fatos: nenhum sistema econômico beneficiou mais os pobres que o capitalismo. Foi na transição da economia agrária para a economia de mercado que os grupos outrora explorados pela nobreza parasitária passaram a brigar por direitos iguais e uma série de benesses. E os obtiveram. Na Alemanha do chanceler Bismarck, por exemplo, se instituiu um sistema de previdência estatal. Na Inglaterra, a classe trabalhadora passou a lutar por instrução pública, já que a alfabetização era um instrumento de participação política.

À medida em que a sociedade de saberes foi se consolidando e as estruturas econômicas ganhando maior pujança, houve uma notória valorização dos rendimentos do trabalhador, que passaram a ter melhores condições de vida.

Outra conquista foi a redução do tempo de trabalho. Atualmente, nas democracias ocidentais, é regulamentado em 40 horas semanais e 8 horas por dia, ou seja, os trabalhadores de hoje dispõem de melhores condições do que os de seus predecessores históricos.

Os trabalhadores se beneficiaram ainda da mobilidade social que a economia liberal consagrava. Como explicar John D. Rockefeller? Andrew Carneggie? Ambos eram de origem humilde. Ou trazendo para o Brasil, como explicar um Silvio Santos, que de simples camelô se tornou um dos maiores empresários do país?

Os esquerdistas, investidos da mediocridade que lhes é facultada, enxergam a tutela do Estado como meio de tirar os mais pobres da pobreza. Ou na prática as esquerdas tentam descredibilizar os pobres de que eles são capazes de melhorarem de vida?

As cúpulas sindicais ou de partidos de esquerda ultraradicais possuem modo de vida muito diferente da base. Gostam mesmo é das benesses que somente a sociedade capitalista pode oferecer.


O desenvolvimento do capitalismo levou fatalmente às discussões dos direitos dos indivíduos e suas liberdades. À princípio, de como dispor de seus bens, evoluindo para questões mais profundas como o direito de liberdade de expressão

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