quinta-feira, 26 de março de 2015

Polícia Federal revela outro grande esquema de corrupção no Brasil.

O esquema envolve 70 empresas dos setores bancário, siderúrgico, automobilístico e da construção civil. A Operação Zelox, nome dado pela PF significa o “falso zelo” ou “cuidado fingido” e se refere a alguns conselheiros do CARF que não atuaram com a imparcialidade necessária. As investigações até agora comprovou fraudes e sonegação de impostos de quase 6 bilhões de reais podendo chegar a 19 bilhões. LEIA MAIS
O esquema funcionava desde 2015 no  Conselho Administrativo de Recursos Fiscais – CARF, órgão do Ministério da Fazenda criado pela Medida Provisória nº 449, de 2008, convertida na Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009, e instalado pelo Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado da Fazenda em 15/2/2009.

Os investigados vão responder por tráfico de influencia, corrupção passiva e ativa, associação e organização criminosa, lavagem de dinheiro e advocacia administrativa fazendária, que é quando um servidor público defende interesses privados. As penas somadas podem passar de 50 anos.

O esquema funcionava desde 2015 no  Conselho Administrativo de Recursos Fiscais – CARF, órgão do Ministério da Fazenda criado pela Medida Provisória nº 449, de 2008, convertida na Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009, e instalado pelo Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado da Fazenda em 15/2/2009.


Ironia. Princípios básicos do CARF

Missão : Assegurar à sociedade imparcialidade e celeridade na solução dos litígios tributários.

Visão : Ser reconhecido pela excelência no julgamento dos litígios tributários.

Valores : Ética, transparência, prudência, impessoalidade e cortesia.

Parece que a "cortesia" exagerada entre membros do órgão federal e empresas envolvidas no esquema acabaram tornando-se em mais um ato de hipocrisia neste país, e assim, quebra paradigmas de que os maus políticos são exclusivamente os maiores ladrões dos cofres do contribuinte.

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