segunda-feira, 6 de maio de 2019

Ação no Hospital Geral de Fortaleza chama atenção para doença reumatológica pouco conhecida


 Iniciativa busca conscientizar sobre Espondilite Anquilosante, enfermidade que atinge 1 em cada 1001 pessoas no Brasil
 Fortaleza, 02 de maio de 2019 – O Ambulatório do Hospital Geral de Fortaleza promoverá uma ação de sensibilização para a Espondilite
Anquilosante, doença reumatológica que afeta a coluna vertebral e outras articulações, causando muitas dores e debilitando a vida do paciente. Se não tratada, pode evoluir para a perda irreversível dos movimentos da coluna vertebral causados pelos anos de inflamação1.

A ação, que acontecerá em 07 de maio, data em que se comemora o Dia Mundial da Espondilite Anquilosante, é destinada aos pacientes do ambulatório. “Seu objetivo é alertá-los a procurar por um posto de saúde a partir de um pré-diagnóstico de espondiloartrites. Para tal, serão distribuídos panfletos educativos sobre conscientização e cuidados com a doença”, afirma Dr. Walber Pinto, Chefe do Serviço de Reumatologia do Hospital Geral de Fortaleza.

Tratamento e dados sobre a doença

Estima-se que até 1 em cada 100 indivíduos da população sofra com a doença1. A EA é mais comum entre homens de até 40 anos3, é pouco conhecida e causa muita confusão.
Sem imaginar que podem estar sofrendo de uma doença progressivamente limitante, os pacientes1, muitas vezes, ficam ‘perdidos’ entre as diversas especialidades – fisioterapeutas, clínicos gerais, ortopedistas – e acabam aderindo a medidas paliativas e utilizando o recurso da automedicação, o que pode ser prejudicial.

Se não tratada adequadamente, o quadro inflamatório da EA pode evoluir para a perda total ou parcial dos movimentos. Além de prejudicarem as articulações, as inflamações causam dores constantes, o que acaba por impactar a qualidade de vida dos pacientes.

Quem sofre com a doença, vive em constante inflamação. Há ainda comorbidades associadas à EA, dentre elas, uveíte e doenças inflamatórias intestinais1. No entanto, os avanços no tratamento trazem um horizonte positivo para os pacientes com EA. Anti-inflamatórios, corticoides e medicamentos biológicos são terapias que ajudam a melhorar a qualidade de vida dos pacientes4.

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Informações à imprensa
Conteúdo Comunicação
Yolanda Drumon

Referências


1.       Sociedade Brasileira de Reumatologia. Espondilite Anquilosante. Disponível em: https://www.reumatologia.org.br/download/espondilite-anquilosante. Acesso em: 16/04/2019
2.       Novartis Saúde. Disponível em https://saude.novartis.com.br/dornascostas/trabalho-e-espondilite-anquilosante/. Acesso em 16/04/2019
3.       Ministério da Saúde. Portaria Nº 640, de 24 de julho de 2014. Disponível em: http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2014/julho/25/pcdt-espondilite-anquilosante-2014.pdf. Acesso em: 16/04/2019
4.       Braun J, Baraliakos X, Deodhar A, et al. Effect of secukinumab on clinical and radiographic outcomes in ankylosing spondylitis: 2-year results from the randomised phase III MEASURE 1 study. Ann Rheum Dis. Acesso em: 16/04/2019

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